PCVB

Version in English I

Museu Imperial

Voltar

Visitação: Terça a domingo, das 11h às 18h (bilheteria até às 17h30). Grupo de estudantes: Agendar visitação. Tel: (24) 2245 5550.

Sarau Imperial: Sextas e sábados às 18h30

Som Luz: Quintas,sextas e sábados às 20h

Palácio em estilo neoclássico, construído com recursos da dotação pessoal do Imperador Pedro II, que ali passava longas temporadas com sua família até a Proclamação da República, em 1889. Possui 44 cômodos, duas alas, um corpo central e um andar superior, em que se destacam a sala de jantar, a sala de música,a sala do trono, os aposentos imperiais e seu escritório. Seu jardim foi planejado e executado por Jean Baptiste Binot, botânico e paisagista francês, pioneiro no combate à devastação indiscriminada das matas da cidade. Foi transformado em Museu, por decreto do presidente Getúlio Vargas, em 1940 e inaugurado em 1943. Possui significativo acervo de peças relativas ao período Imperial brasileiro, destacando-se como peça principal a coroa do Imperador Pedro II.


Localizado no antigo Palácio Imperial, a residência preferida de D. Pedro II, mandado construir em 1845 pelo Imperador e dado por concluído em 1864. A construção em estilo neoclássico é considerada relativamente simples, para residência de soberanos, mas perfeitamente adaptada à função de casa de campo, sem deixar de ser elegante. Possui um corpo central de dois pavimentos e um terraço sobre o pórtico e duas alas dotadas cada qual de 12 janelas. Na fachada central, figuram as armas do Império.

Três arquitetos, além de Júlio Frederico Koeler, autor do projeto original, colaboraram na construção: José Cândido Guillobel, Araújo Porto Alegre e José Maria Jacinto Rabelo.

Foi construído com recursos particulares do Imperador, nas terras da Fazenda do Córrego Seco, herdadas de seu pai, D. Pedro I que sonhou ali construir seu Palácio de Verão, o Palácio da Concórdia. Foi construído solidamente com largas paredes de pedra com madeira de lei procedentes de várias regiões do país. Seus jardins planejados pelo botânico Jean Baptiste Binot com orientação pessoal de D. Pedro II conservam até hoje suas características, com variedade de espécies botânicas originais, estátuas gregas, fontes e repuxos.

Desde 1848, D. Pedro II passou a veranear no seu Palácio de Petrópolis. Com exceção dos verões de 1865 à 1869, justamente os do período que abrangeu a guerra do Paraguai, sua estada em Petrópolis prolongava-se por quase 6 meses, aproveitando então para dedicar-se a seus estudos prediletos, fazer visitas a educandários e dar longos passeios a pé e a cavalo.

Após a Proclamação da República, o Palácio foi alugado ao Colégio Notre Dame de Sion (1892-1908) e ao Colégio São Vicente de Paula (1909-1940).

Alcindo de Azevedo Sodré, um ex-aluno do Colégio São Vicente de Paula, apaixonado por história, sonhava acordado com a transformação do seu colégio em um museu histórico. Graças a sua intervenção junto ao Presidente Getúlio Vargas criou em 16 de março de 1943 o Museu Imperial.

A atração principal é a coroa de D. Pedro II, exibida com medidas de segurança. É toda em ouro cinzelado, ornamentada com brilhantes e pérolas, também em exposições a coroa de Pedro I e o cetro em ouro. Destacam-se também a sala de visitas da Imperatriz, sala de jantar, de música, os quartos de D. Pedro II e a sala das jóias, além da sala de exposições temporárias. Possui grande quantidade de objetos e peças além de obras raras de grande interesse para o estabelecimento da nossa história.

Até a construção de Brasília foi o único prédio construído para residência de um Chefe de Estado. É o museu mais visitado no Brasil.

O Museu Imperial possui o principal acervo do país relativo ao império brasileiro, em especial o chamado Segundo Reinado, o período governado por D. Pedro II. São cerca de 300 mil itens museológicos, arquivísticos e bibliográficos à disposição de pesquisadores e demais interessados em conhecer um pouco mais sobre o tema, além de constantes eventos, exposições e projetos educativos.

Algumas das famosas atrações do Museu Imperial são os espetáculos "Som e Luz" e "Um Sarau Imperial", além das recém-abertas Casa de Cláudio de Souza  e Biblioteca infantil Rocambole.

Ingressos

Ingresso: R$10,00/R$5,00 – (estudantes, professores e maiores de 60 anos). Acimade 80 anos e crianças até 6 anos – acesso livre.

Guias de turismo com registro na Embratur: gratuito

Projeto “O Museu é nosso”: entrada gratuita para petropolitanos e moradores de Petrópolis, todas as quartas-feiras e último domingo do mês

Pacote familiar: R$ 20,00 (vinte reais) = 2 adultos e 2 estudantes